FEMINISMO PRA QUÊ? – PROJETO DE INTERVENÇÃO FEMINISTA COM AS JOVENS ESTUDANTES

Autores

  • Ana Carla Tavares Franco Universidade Federal do Pará (UFPA) - Marcha Mundial das Mulheres - Brasil

Resumo

A adolescência e a juventude configuram fases importantes na formação da personalidade das mulheres, momentos que são envoltos de muitas dúvidas sobre a sexualidade, reprodução, aceitação do seu corpo, afetividade, lazer, seu papel social e definição de seu futuro. Neste contexto, verificamos no cotidiano e muitas vezes estampados nos jornais, problemas nas relações entre as jovens estudantes que se envolvem em conflitos por disputas nas escolas, demarcando a aceitação em seu meio social através de padrões de beleza, liderança de seus grupos e de disputa de parceiros, que chegam à agressão física. Além disto, as dificuldades relacionadas ao preconceito, discriminação, violência de gênero e assédio dos colegas e por vezes professores, permeiam a convivência dessas jovens no ambiente escolar.

Debater questões de gênero, feminismo, o que significa, para que serve, as conquistas do movimento feminista, formas de atuação e suas interseccionalidades vem a ser a ferramenta para enfrentar estes anseios e dificuldades que a juventude feminina vivencia. O projeto de intervenção feminista “Feminismo pra quê?” em parceria com os(as) professores(as) da disciplina de sociologia no ensino médio da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Prof. Ramiro Olavo de Castro, localizada no bairro da Guanabara, município de Ananindeua-Pará, periferia da região metropolitana de Belém, objetiva realizar rodas de conversa sobre a temática, troca de experiências, exposição de documentários e por fim construção de um relatório expondo a visão das jovens sobre o feminismo antes e depois das atividades realizadas, como interferiu no modo de pensar e de viver esses enfrentamentos.

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Publicado

10/06/2022

Como Citar

Tavares Franco, A. C. . (2022). FEMINISMO PRA QUÊ? – PROJETO DE INTERVENÇÃO FEMINISTA COM AS JOVENS ESTUDANTES. Entropia, 2(4), 42–56. Recuperado de https://entropia.slg.br/index.php/entropia/article/view/424